Maio: confira carteiras recomendadas para cada perfil

07/05/2020

O mês de abril trouxe algum alento para os mercados de renda variável devido aos grandes estímulos fiscais e monetários aplicados ao redor do mundo e o início da reabertura das economias na Ásia e na Europa. Em relação às mínimas de março, o Ibovespa subiu 14% e o S&P em torno de 20%.

A alta mais forte começou na segunda quinzena do mês, quando mais estímulos foram anunciados e houve uma melhora do cenário do petróleo, além da redução no contágio do coronavírus e evidências de possíveis tratamentos e vacinas.

No cenário local, a situação política foi agravada com as saídas dos ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e da Justiça, Sergio Moro. A crise na confiança gerada por estes fatores levou o câmbio às suas máximas históricas atingindo R$ 5,59.

Ainda assim, está mantida a percepção de que a crise como um todo gera oportunidades e seguimos com o aumento de exposição ao risco nas carteiras sugeridas. A preferência, entretanto, é por ativos internacionais. Optamos também por encerrar a exposição dos portfólios à ativos prefixados, iniciada em setembro do ano passado.

PERFIL CONSERVADOR

Para o investidor conservador, o cenário continua desafiador. As taxas de juros no curto prazo estão bastante baixas e os fundos de crédito continuaram amargando perdas leves e realizando volatilidade historicamente alta para a classe.

Os retornos mais erráticos vieram pra ficar: consequência da taxa de juros mais baixa, que não consegue amortecer as flutuações dos ativos, e da liquidez crescente no mercado secundário de crédito, que faz com que esses ativos fiquem mais sensíveis ao humor dos investidores.

Continuamos o movimento de adicionar risco, especialmente na parte de crédito privado, buscando se beneficiar de um carregamento alto e uma eventual reprecificação de ativos.

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PERFIL MODERADO

Seguimos com o aumento gradual de risco, desta vez, com redução ativa da posição de renda variável no Brasil, focando no aumento em ativos de renda fixa e renda variável do mercado global.

No mês passado reduzimos parcialmente a exposição cambial da carteira, tendo em vista a forte desvalorização do real frente ao dólar. Porém, com a deterioração do cenário doméstico, retomamos ligeiramente.

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PERFIL AGRESSIVO

Seguimos com o aumento gradual de risco, desta vez, com redução ativa da posição de renda variável no Brasil, focando no aumento em ativos de renda fixa e renda variável do mercado global.

No mês passado havíamos reduzido parcialmente a exposição cambial da carteira, tendo em vista a forte desvalorização do real frente ao dólar. Porém, frente a deteriora do cenário doméstico, esse mês retomamos ligeiramente.

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Foto: Depositphotos